RSS Procorrer.org http://www.procorrer.org.br Feed de Notícias Procorrer.org 24/12/2012 pt-br http://www.procorrer.org.br http://www.procorrer.org.br/imagens/logo_procorrer.jpg PROCORRER <![CDATA[Cerca de 150 mulheres disputam corrida de salto alto em SP]]>  

Uma corrida inusitada agitou a manhã deste domingo da zona sul de São Paulo. A primeira Corrida de Salto Alto aconteceu no estacionamento do Shopping Morumbi e reuniu cerca de 150 participantes em busca do prêmio de R$ 1 mil.

 

 

 

 

 

A analista de vendas Talita Romero, com o tempo de 13 s, foi a vencedora. Ela levou o dinheiro e uma cesta de produtos da marca Dr. Scholl's. "Trabalho todos os dias de salto alto", afirmou a campeã, que não treinou para a competição.

 

O ator global Cauã Reymond participou do evento, acioando a buzina para a partida, sob os gritos de "lindo". "Vendo essa mulherada, vão ganhar do Bolt", disse ele, se referindo ao atleta jamaicano Usain Bolt, considerado um dos maiores velocistas de todos os tempos e atual recordista mundial dos 100 m e dos 200 m rasos, além de fazer parte da equipe jamaicana detentora do recorde mundial no revezamento 4x100 m.

E veio de Reymond a recomendação principal para as "atletas": "já andei de salto alto. Tem que tomar cuidado para não torcer o pé", afirmou. "Acho elegante, sexy, chique", disse, sobre os saltos das mulheres.

O ator, que irá morar em São Paulo para gravar o novo filme do diretor Sergio Machado, elogiou a vencedora. "Fiquei surpreso com o tempo de 13s", completou.

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<![CDATA[Brasil que corre]]>  

 

O Brasil que corre

Ilustrações Gabriel Gorski

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<![CDATA[47 motivos para amar a Corrida]]>

Por Matt Barbour | Ilustrações Denis Freitas

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<![CDATA[Homens na Corrida da Mulher]]>  

 

Aos atletas do sexo masculino que gostariam de acompanhar suas amigas, esposas, mães, filhas, netas...

Podem correr na 11ª Corrida da Mulher com trajes femininos... Isso mesmo, a Corrida é exclusiva para elas então, tornem-se parecidos com elas.

A inscrição não será aceita, porém sua presença no evento será muito bem vinda!

Vamos comemorar juntos esse dia de extrema importância para todos nós.

 

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<![CDATA[Atleta ProCorrer é campeã na São Silvestrinha]]>  

Vice em 2010, paranaense se despede da São Silvestrinha com ouro

Maria Clara Ciasca* e André Sender

São Paulo (SP)

Ao completar uma volta e meia na pista do Estádio Ícaro de Castro Mello, no Ibirapuera, Andrielly de Oliveira se despediu da São Silvestrinha. A terça-feira, no entanto, não foi de lamentações para a paranaense que, com o melhor tempo da categoria 15 anos, subiu ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez.

"Estou muito feliz mesmo. A gente sempre treina para vencer, mas eu não esperava. Foi para fechar com chave de ouro", disse Andrielly após sua segunda e última São Silvestrinha - ela atingiu a idade limite para competir no evento que reúne crianças de seis a 15 anos.

E a despedida foi melhor que a estreia. No ano passado, a paranaense fez o tempo de 1m03s80 em 400m e ficou com o segundo lugar. Desta vez, nos 600m da principal prova, Andrielly superou Karine Souza e Tayná Pinto e ficou com o ouro.

"Não fiz uma preparação diferente, continuei treinando igual, correndo as provas no meu estado, mas acho que desta vez eu tive sorte. Sorte e merecimento", analisou a jovem ainda abraçada ao pai emocionado com a vitória e despedida na competição.

Andrielly permanecerá em São Paulo para assistir à Corrida Internacional de São Silvestre, no sábado, e já planeja quando correrá a prova de 15 quilômetros no dia do Ano Novo. "É meu sonho, mas ainda estou longe dos 15 quilômetros. Talvez daqui uns dois, três anos", projetou.

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<![CDATA[Corrida- Emagrece!]]>  

Questionamentos mais comuns para os iniciantes da corrida:



A partir de quanto tempo correndo o organismo começa realmente a queimar gordura?

A gordura começa a ser queimada desde o início do exercício aeróbio, mas em maior quantidade é após 20 minutos, quando o metabolismo começa a utilizar a gordura como energia para a realização dos exercícios.

 

Qual é a frequência semanal de corrida indicada para quem pretende perder peso?

A corrida é indicada ao menos 3 vezes por semana, o ideal é aliar a corrida um exercício como a musculação para fortalecer a musculatura, acelerando o processo de queima de gordura. 

O que emagrece mais: correr em esteira ou na rua?

Tudo depende da intensidade, na esteira não tem obstáculos, e na rua devido aos desníveis, as subidas e descidas, a maior atenção, o gasto calórico geralmente aumenta favorecendo o emagrecimento.

 A corrida possui alguma contraindicação?

A corrida quando feita com um profissional pode ser realizada por todos os indivíduos dentro de suas possibilidades, quando existir alguma restrição o Professor de Educação Física saberá como agir, sendo assim o atleta deve sempre respeitar seus limites.

 A corrida auxilia no ganho de massa muscular magra?

Com certeza, visto que a corrida é um exercício aeróbico, a queima de gordura faz com que as proteínas que compõe a massa muscular magra seja mantida, visto que a energia utilizada na corrida é adquirida através do gasto energético da gordura, sendo assim a gordura é ao longo do tempo substituída pela massa muscular magra.

 Quais as partes do corpo são mais beneficiadas pela corrida?

A corrida proporciona um beneficiamento completo, membros superiores, costas, abdomen e membros inferiores são beneficiados. A corrida fortalece e tonifica todos os músculos do corpo, além de proporcionar um prazer imenso para a alma.

 Que outro exercício físico pode ser praticado junto com a corrida para perda de peso?

A musculação, porque irá fortalecer a musculatura ajudando no processo de definição muscular, porque não adianta queimar a gordura e ficar flácido, então o ideal é definir o corpo para ficar em dia e em forma.  

Existe algum treino de corrida especifico para perder gordura abdominal?

A corrida irá sem dúvida ajudar na queima de gordura abdominal, o treino de abdomen pode ser realizado antes do início do treino de corrida, assim a musculatura abdominal já estará fadigada e desta maneira a gordura que esta em cima do músculo irá queimar, ajudando na definição abdominal.

 

Tadeu Natalio Tymowicsz- Fisiologista do Exercício- CREF 4285- G/PR

Iolanda Michele Cezar- Graduanda em Ed. Física e atleta

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<![CDATA[É melhor correr na Rua ou na Esteira?]]>  

Entenda os prós e os contras dessas duas opções e dê a largada rumo à boa forma

Por Marcia Melsohn

Adotar a corrida como prática esportiva é, sem dúvida, um grande passo em direção a uma vida mais saudável e uma cintura fina. Na hora de gastar a sola do tênis, há quem adote a esteira, um dos aparelhos mais concorridos nas academias. Já outros não trocam a suadeira ao ar livre por nada. "A escolha do piso em que se vai correr deve se basear nos objetivos do indivíduo", afirma o educador físico Bruno Modesto, que é pesquisador da Escola de Educação Física e Esportes da Universidade de São Paulo (USP) e instrutor de primeiros socorros do Instituto do Coração de São Paulo, o Incor.

 Em outras palavras, o futuro corredor precisa ter em mente se quer se exercitar só para relaxar ou, por outro lado, para competir nas inúmeras corridas de rua Brasil afora. Outro ponto fundamental é checar a possibilidade de dar as passadas em ruas, praças e parques -- caso essa alternativa esteja fora de alcance, o jeito mesmo é ficar na velha e boa esteira. "Iniciantes ou sedentários podem começar no aparelho e evoluir posteriormente para a corrida de rua, que apresenta mais dificuldades de percurso sem contar a influência de fatores ambientais", completa  Modesto.

"Uma das principais vantagens da esteira é a possibilidade de controlar o ritmo da corrida. Além disso, nela é mais fácil aprender a mecânica correta do movimento, o que deixa o atleta mais eficiente", diz Bruno Modesto. "Ao alternarmos a velocidade e a inclinação do equipamento, pode-se fazer um trabalho progressivo e adequado, inclusive para indivíduos com sobrepeso ou obesos",  afirma o professor.

 Para o ortopedista André Pedrinelli, da Faculdade de Medicina da USP, o recomendado é treinar nos dois pisos, já que ambos apresentam prós e contras. "A esteira oferece mais amortecimento para as articulações que o asfalto, além de garantir um melhor controle do esforço e, portanto, dos resultados", diz Pedrinelli.  Segundo ele, correr na engenhoca gera menos impacto e, consequentemente, diminui-se o risco de lesões. "O sistema de absorção de impacto do equipamento ajuda principalmente os que estão acima do peso", confirma Bruno Modesto.

 A esteira também é ótima para dias chuvosos ou para fugir do frio e do calor extremos. Mas muita gente acha monótono correr olhando sempre o mesmo cenário, em ambiente fechado e sem interação com outras pessoas. "A corrida ao ar livre permite contato com a natureza, diferentes paisagens, novos lugares e percursos a ser explorados. Além disso, possibilita reunir amigos e formar grupos, o que aumenta a motivação e faz a diferença para que pretende-se manter ativo", avalia Bruno Modesto.

 

Outra diferença é que o gasto energético na rua é maior. Isso porque a mecânica dos movimentos não é a mesma. No chão, o indivíduo fica sujeito a diversas variações de rota, como subidas, descidas, curvas e inúmeras irregularidades no terreno que aumentam a demanda do organismo e contribuem para um maior consumo calórico. Todos esses desvios fazem com que mais grupos musculares se envolvam na atividade e ainda desenvolvem o sistema de equilíbrio - chamado de propriocepção -, o que não acontece na esteira.

 Veja, então, qual alternativa se adapta às suas características e preferências, calce o tênis e dê a largada rumo à boa forma. Se possível, varie o ambiente e o piso, já que, como vimos, há pontos positivos e negativos em todos eles. Mas, nos dois casos, na esteira ou na rua, é fundamental buscar a orientação de um profissional de educação física. Ele vai planejar o treinamento e dosar o esforço sempre de acordo com as suas condições.

 As vantagens de cada piso:

 Esteira

• Gera menos impacto nas articulações

• Menor risco de lesões

• Melhor controle do esforço e dos resultados

• Mais indicada para iniciantes e para quem está acima do peso

• Ideal para dias chuvosos, muito quentes ou frios demais

 

Rua

• Diferentes paisagens e contato com a natureza

• Maior socialização

• Maior gasto energético devido às irregularidades do terreno

• Envolve mais grupos musculares

• Desenvolve o sistema de equilíbrio -propriocepção

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<![CDATA[Abertas as inscrições da 11ª Corrida da Mulher ]]>

Como todos os anos a ProCorrer abre seu calendário de Corridas com a tradicional Corrrida da Mulher, Prova esta que comemorar o dia Internacional da Mulher. E todas as corredoras, são Super Mulheres, atletas, estudantes, donas de casa, mães... Por isso vamos colocar os tênis e comemorar esse dia fazendo o que vocês adoram: CORRENDO!

Faça sua inscrição

http://www.procorrer.org.br/corridadamulher/inscricoes.html

 

Boa corrida!

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<![CDATA[Calendário ProCorrer 2012]]> Vamos planejar os treinos que as competições estão ai...

CALENDÁRIO PRO CORRER 2012

 

 

Data                Corrida                                                                      Distância                    Local 

11/03              11ª Corrida e Caminhada da Mulher                        6KM                      Curitiba

 

29/04              5ª Corrida Cultural do Rebouças 1ª etapa               5 e 10KM                    Curitiba

 

13/05              2ª Volta de Santa Felicidade                                      15KM                          Curitiba

 

17/06              8ª Corrida do Centro Histórico de Curitiba               9KM                            Curitiba

 

01/07              6ª Meia Maratona das Cataratas                                21KM                         Foz do Iguaçu

 

30/09              5ª Corrida Cultural do Rebouças 2ª etapa               5 e 10 KM                   Curitiba

 

21/10               12ª Corrida da Serra da Graciosa                            20KM                          Morretes

 

02/12               17ª Corrida do Parque Tingui                                    9,7KM                         Curitiba

 

 

 Agora é hora de treinar e focar nas competições!

 Inscrições em breve!


 

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<![CDATA[Entrega Especial de Natal]]> A Associação Pro Correr, fez a entrega de 675 presentes de Natal para a comunidade de Guaraqueçaba, as famílias receberam também cestas básicas para fazer este Natal mais feliz! As crianças foram recepcionadas pela equipe ProCorrer, representada pelo Presidente da Associação o Professor Tadeu Natalio, e receberam os presentes tão sonhados e aguardados...

Confira as fotos e se emocione com esse gesto de amor ao próximo:

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<![CDATA[Camisetas Parque Tingui...]]> As camisetas da 16ª Corrida do Parque Tingui estão à venda na Loja Pro Correr (Avenida Vicente Machado, 320). A renda será revertida para o Hospital Pequeno Príncipe, que faz o atendimento de crianças de todo o Brasil, e é referência em atendimento infantil.

 

 

Valor: R$15,00

Informações: Associação ProCorrer (41) 32325649.

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<![CDATA[Venha fazer parte desse maravilhoso mundo: O MUNDO DA CORRIDA]]> 1. Visitinha obrigatória ao médico
Você não pode, simplesmente, pegar o seu tênis e sair correndo por aí. É muito importante passar por uma avaliação médica e explicar que o seu objetivo é começar a correr. O teste de esforço (aquele exame em que você caminha na esteira com eletrodos) é a única maneira de medir com segurança quais são os limites de cada um no começo da prática. Além do médico, é importante fazer os treinos acompanhado de um professor, que pode ser um personal trainer ou profissional da área.
 

2. Escolha o melhor percurso
Os primeiros passos devem ser feitos em um terreno plano (como grama, terra batida ou asfalto) que oferecem mais conforto à musculatura e menor impacto. Também é bom evitar trajetos com muitas subidas e descidas. Ou seja, se o visual da praia é irresistível, é melhor ir pelo calçadão do que pela areia.
 

3. Comece caminhando
 Durante as três primeiras semanas, o exercício deve ficar só na caminhada. Para quem vai começar do zero, a caminhada oferece mais segurança. O ideal é ganhar ritmo e resistência com risco mínimo.


4. Intercale caminhada e corrida
A partir da quarta semana, já dá pra sentir o gostinho da corrida. Esse período é chamado de introdução à corrida. A ideia é correr, caminhar, correr, caminhar.... Aumentando o tempo de corrida até você sentir que já consegue fazer todo o percurso só correndo.


5. Busque motivação
Ter um companheiro de corrida faz toda a diferença. Correr em grupo, então, melhor ainda. Outra maneira de não desistir é se inscrever em corridas de rua. A Pro Correr organiza várias ao longo do ano para incentivar a prática esportiva.


6. Mantenha o ritmo
O segredo para começar a correr sem problemas é regularidade. O ideal é correr, no mínimo, três vezes por semana. Mantendo esse ritmo, em três ou quatro meses de treino você já pode tentar fazer circuitos de corridas de até 8km. Corridas com mais de 10km exigem, no mínimo, seis meses de preparo. Separe seu tênis favorito e boa corrida!

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<![CDATA[Tem pavor de correr nas subidas?]]> A TERRA JÁ FOI PLANA COMO O VIDRO, de acordo com o folclore dos índios norte-americanos. Então, os Pássaros do Trovão, ou "Os Divinos", marcaram o solo com seus poderosos passos e nele bateram com suas clavas – e disso resultaram as colinas. Como pode confirmar qualquer um que tenha escalado a Heartbreak Hill (subida de 600 metros da Maratona de Boston), os aclives podem ser divinamente benéficos, mas fazem a gente se sentir como se tivesse levado uma pancada dos Pássaros do Trovão.


Por que dói tanto correr numa subida? Em parte, porque exige mais esforço. "Você acaba recrutando mais fibras musculares para chegar lá em cima, o que faz com que mais músculos atinjam fadiga mais rápido", afirma Carwyn Sharp, doutor em ciências do exercício e professor assistente do College of Charleston, na Carolina do Sul (EUA). Além disso, quando você sobe um aclive, a distância entre seu pé e o solo encurta antes que ele atinja o chão. Isso se traduz num impulso energético por parte dos tendões bem menor do que o obtido quando você corre em superfície plana, diz Paul DeVita, doutor em biomecânica da East Carolina University (EUA).

O lado positivo é que a corrida em aclives pode trazer vastos benefícios aos corredores. "Faça todas as semanas, e o seu corpo começará a se adaptar aos esforços", diz Sharp. "Em outras palavras, ele fica mais forte." Mesmo assim, treinar subindo é como comer repolho: a gente sabe que é bom, mas é difícil ter vontade – existe algo pior do que fazer uma série de repetições montanhosas numa tarde calorenta? Não existe jeito de contornar o esforço envolvido, mas alguns ajustes no seu treino e na sua mente podem tornar a corrida em aclives mais tolerável (e até, talvez, mais divertida).

Consertando o treino
ACLIVES EM GRUPO Faça esse exercício com um grupo de habilidade mista, recomenda Larry Indiviglia, treinador de San Diego (EUA). Façam o aquecimento e depois reúnam-se na base da subida. Os mais lentos começam na frente. Após meio minuto sai o segundo grupo. E meio minuto depois é a vez do terceiro grupo, dos mais velozes. O resultado? Todo mundo se esforça e treina com mais intensidade. "Os mais lentos não querem ser ultrapassados", diz Indiviglia. "O grupo intermediário sente os mais rápidos se aproximando. Esses mais velozes, por sua vez, não querem ficar na incomum posição de terminar por último." Trotem de volta para baixo. Façam quatro repetições.

ACLIVE NA ESTEIRA Aqueça-se na esteira com inclinação zero. Depois, eleve a inclinação em dois níveis uma vez a cada 2 minutos até alcançar o nível 12. Corra de 1 a 2 minutos mais lento do que seu ritmo normal de treino. Desça da mesma maneira. "Você aprende a lidar com a intensidade dos aclives de um jeito que simula a natureza do terreno ao ar livre", diz Liz Neporent, coautora do livro Fitness for Dummies ["Boa forma para iniciantes", em tradução livre].

SOBE E DESCE Utilize esse exercício para se fortalecer de forma eficiente, diz Sharp. Comece na base de uma subida de 200 a 400 metros, dependendo do seu condicionamento físico. Suba correndo por 45 segundos (a intensidade deve ser de 7, numa escala de esforço de 1 a 10). Trote de volta para baixo por 30 segundos. Faça três repetições. Conforme você se fortalece, aumente o número de tiros para oito, no máximo, e a duração de cada tiro para até 75 segundos (mantenha o tempo de recuperação).

Mudando de altitude
PARE DE SE REPETIR! "A corrida em aclive não significa correr sempre a mesma subida", diz o tenente Liam Collins, treinador assistente de pista e cross-country na Academia Militar norte-americana de West Point. "O truque é tornar o treino agradável." Bole um novo percurso com diferentes subidas (se você vive sem um parque por perto, procure subidas artificiais, como passarelas ou rampas de estacionamento). De acordo com Collins, você obterá os mesmos benefícios. "E é o mais próximo do que você vai encontrar numa prova", afirma Collins.

SOFRA ACOMPANHADO Enquanto estudava na faculdade, Collins participou de um grupo que treinava semanalmente num percurso que incluía uma subida monstruosa. Eles encaravam juntos o desafio e o transformaram numa competição dentro do treino, fazendo do esforço uma experiência compartilhada. Mantinham um registro de quem chegava primeiro ao topo e, ao fim da temporada, realizavam uma vaquinha para dar ao vencedor um colant branco de bolinhas vermelhas (imitando um uniforme da prova de ciclismo Tour de France), significando "O Rei das Montanhas".

NOMEIE SEUS DEMÔNIOS Aclives famosos, como a Heartbreak Hills em Boston ou a Brigadeiro Luís Antônio em São Paulo, podem não ser mais difíceis que aquela subida perto da sua casa. Mas, pelo fato de terem sido imbuídos de nome e reputação, adquiriram toda uma aura. "Toda vez que você dá nome a uma subida, ela ganha vida própria", diz Collins. Conquistar sua versão local da Martin Afonso será mais significativo se ela tiver um apelido.

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<![CDATA[Recuperação pós Maratona]]> A maratona é, sem dúvida, uma das competições desportivas mais exigentes em termos de desgaste muscular, fisiológico e mesmo psicológico, não só do atletismo, mas de todas as modalidades desportivas.

 

Completar uma maratona é, para qualquer atleta, um desafio emocionante, mas que implica uma excelente condição física e psicológica, um grande espírito de sacrifício e uma enorme força de vontade, uma preparação longa e muito rigorosa, uma grande perseverança ao longo de todos os meses dessa preparação, um planejamento de treino cuidadoso, e um grande cuidado com a saúde, nomeadamente no que respeita à recuperação e à nutrição.

 

Esta é uma prova muito especial, que exige dos atletas um esforço enorme, por vezes levando-os mesmo aos limites das suas capacidades. Por isso, para além de toda a preparação que permite atingir o objetivo de completar esta prova, torna-se fundamental uma recuperação pós maratona, planejada e executada com tanto rigor como foi o treino para a prova, para permitir ao atleta, não só recuperar-se completamente do enorme esforço realizado, como permitir-lhe recomeçar novamente o seu treino em perfeitas condições físicas e psicológicas.

 

Uma recuperação mal feita pode pôr em risco a volta ao treinamento, aumentando o perigo do aparecimento de lesões ou do fenômeno do over training (excesso de treinamento).

 

Sendo a maratona uma prova tão intensa e de recuperação tão demorada, normalmente os atletas correm uma ou duas maratonas por época anual. Isto significa que a recuperação pós maratona não se deve encarar como uma recuperação de uma prova normal, só que mais desgastante, mas também como um período de transição entre o fim de um ciclo de treino que terminou na realização da maratona e o início de um novo ciclo de treino com um novo objetivo competitivo, que muitas vezes passa pela participação em uma nova maratona e com objetivos desportivos por vezes ainda mais exigentes.

 

Assim, os atletas têm que recuperar de forma não só a regenerar o seu organismo em termos musculares e fisiológicos, de um esforço muito forte, mas também a recuperarem em termos psicológicos de um ciclo de treino longo, que terminou numa prova muito dura e exigente ao nível psicológico, para reencontrarem toda a motivação necessária para iniciarem um novo ciclo de treino a cem por cento.

 

Antigamente havia a ideia de que após a maratona os atletas deviam parar completamente de treinar, fazendo um período de repouso de uma a duas semanas. Não partilhamos dessa teoria, porque um intervalo prolongado após a maratona vai criar ainda mais dificuldades no regresso aos treinos.

 

Além do desgaste psicológico, a maratona tem um enorme desgaste físico. A nível muscular, correr mais de 42 quilómetros em piso de asfalto é muito duro para os Tendões de Aquiles, para os músculos das pernas e também para as costas. O choque do pé no solo a cada passada de corrida corresponde a um força entre três e cinco vezes o peso do corpo do atleta. Esta força varia conforme o tipo de piso (quanto mais duro, maior a força exercida), a velocidade de corrida (quanto maior a velocidade maior a força exercida) e o peso do corpo (quanto mais pesado maior a força exercida).

 

O impacto do apoio do pé no solo é absorvido em parte pelo tênis de corrida, mas a maior parte é transmitida diretamente às pernas e às costas. Se um atleta de 70 Kg suportar em cada passada de corrida um impacto de 280 Kg, durante mais de 42 quilómetros, compreende-se a razão das dores musculares após uma maratona.

 

Outro aspecto muito importante é a desidratação. Por exemplo, em 1968, foi testado durante uma maratona o conhecido campeão Alain Mimoun, que perdeu durante a prova mais de 4 kg de suor. Sabendo-se que a evaporação de 1 litro de suor faz perder 580 kcal, podemos também verificar a intensidade do esforço em termos fisiológicos.

 

Além dos cuidados que o atleta deve ter antes e durante a prova (nos abastecimentos), nomeadamente com a hidratação, imediatamente após a prova o atleta deve começar a ingerir bastantes líquidos (água ou bebidas isotónicas), devendo fazê-lo muitas vezes e em pequenas porções. Na noite após a prova, o jantar deve ser uma refeição ligeira e bastante digestiva, privilegiando-se a sopa, os legumes cozidos, o peixe ou as carnes brancas (peru e frango).

 

No dia seguinte começa o período de recuperação que nunca deve durar menos de quatro semanas. Apesar das dores provocadas pela prova, é muito importante que nos dois dias a seguir à prova se faça um treino muito leve, como um trote de 20 minutos, muito lento e em terreno macio (grama).

 

Se as dores musculares não o permitirem, pode-se fazer uma pequena sessão de natação. Este repouso ativo vai acelerar o processo de recuperação, ajudando o organismo a eliminar as toxinas acumuladas durante o esforço. Depois destes dois primeiros dias de recuperação pode-se então fazer um ou dois dias de repouso absoluto.

 

Durante esses dias pode-se utilizar meios auxiliares de recuperação, como os banhos de imersão, as massagens, etc., mesmo se não o fazem regularmente e não estão habituados, não há qualquer problema. Outro meio eficaz na recuperação são as duchas alternadas de água fria e água quente, pois facilitam a circulação e permitem uma melhor recuperação.

 

Durante toda a primeira semana após a prova a alimentação deve continuar a ser bastante digestiva e com fruta fresca. Deve-se também preferir o chá ao café e andar sempre com uma garrafa de água mineral, para beber muitas vezes ao longo do dia.

 

 

Após esta primeira semana, deve-se recomeçar a treinar de forma muito progressiva, utilizando apenas corrida contínua seguida de ligeiras sessões de flexibilidade e alongamentos. A corrida contínua durante a primeira semana não deve ultrapassar os trinta minutos, o ritmo deve ser leve e a escolha do local de treino também é importante, pois se o atleta tiver a possibilidade de correr em locais macios como a grama, deve fazê-lo. A partir da primeira ou da segunda semana, cada um pode ir aumentando de forma muito progressiva o seu tempo de corrida contínua, tentando sempre fazê-lo de acordo com a sua própria recuperação.

 

Neste aspecto há que individualizar o treino, pois cada um reage de forma diferente ao esforço. Sabemos que a grande maioria dos atletas treina em conjunto e pode haver a tendência de querer acompanhar os outros atletas do grupo, mesmo quando ainda não se está em condições de o fazer. Há que escutar o corpo e treinar de acordo com as possibilidades, pois cada um tem o seu tempo de recuperação próprio. Além dos aspectos relativos ao treino, há que ter cuidados com o descanso (dormir bastante) e com a alimentação.

 

 

A maratona por vezes deixa marcas (lesões) que nem uma recuperação bem feita vai melhorar e então torna-se necessário consultar um médico e seguir um tratamento que permita aos atletas voltarem as seus valores normais e praticarem atividade física sem qualquer risco para a saúde.

 

Para todos que correram ou pretendem correr uma maratona, fica a dica de recuperação.

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<![CDATA[Cuidados femininos na corrida]]> Sabe-se que o assoalho pélvico das mulheres sofre uma sobrecarga constante durante a prática esportiva. Na corrida, por exemplo, a força do impacto sobre essa musculatura é de 3-4 vezes o peso corporal. A musculatura do assoalho pélvico garante sustentação aos órgãos pélvico, continência urinária e fecal e participa da atividade sexual. Sendo assim as atletas deveriam ter uma força maior de assoalho pélvico para prevenir ou tratar disfunções dessa musculatura como, por exemplo a incontinência urinária.

A incontinência urinária (definida como sendo qualquer perda involuntária de urina) não é condição de risco para a saúde, porém afeta a realização plena de atividades diárias por constrangimento hogiênico e socia; tem influência direta na qualidade de vida de mulheres cada vez mais jovens, pois é um sintoma que não esta limitado apenas às mulheres idosas.

Apesar de se tratar de uma população sem os clássicos fatores de risco, a perda de urina pode atingir até 50% das mulheres que praticam atividade física.

A Fisioterapia Uroginecológica é uma aliada de atletas e esportistas que buscam por saúde e performance. Dispõe de técnicas e recursos para avaliação e treinamento da musculatura do assoalho pélvico podendo, assim, evitar que as atletas afastem-se das atividades que tanto gostam.
 

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<![CDATA[Brasil já tem 15 medalhas no Parapan]]> Os brasileiros que competem no atletismo dos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, no México, já garantiram 15 medalhas na competição. Com sete ouros, seis pratas e dois bronzes, o País lidera a modalidade.

Na prova de 100 m T11 feminino, em que competem atletas com perda total da visão, o pódio foi dominado pelo Brasil. Terezinha Guilhermina ficou com a medalha de ouro, Jerusa Santos com a prata) e Jhulia Karol levou o bronze.

No 100 m T11 masculino, o vencedor foi Lucas Prado (foto), com Daniel Silva na segunda colocação. Lucas Prado foi o vencedor na prova dos 100 metros T11, com Daniel Silva terminando em segundo. Já nos 400 m para atletas com baixa visão, o T12, Thierb Siqueira foi o primeiro colocado.

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<![CDATA[Exemplo de superação]]> Com o tempo de 31h20min para percorrer os 42 km, a norte-americana Zoe Koplowitz foi a última colocada da Maratona de Nova York, que teve largada no último domingo, 6 de novembro. Zoe, de 63 anos, tem esclerose múltimpla desde os 25. Isso, porém, não é empecilho para, desde 1987, ela disputar a prova. “Não me importa quanto tempo levo para terminar, eu termino de coração”, falou Zoe, que cruzou a linha de chegada no Central Park nesta quarta-feira, de muletas e com o apoio do público. Confira o vídeo da chegada:

http://http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=FGFhZgnKwVE

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<![CDATA[O efeito 42 km]]> A temperatura sobe, suor é liberado, o coração acelera, queimamos açúcar para produzir energia. O corpo dói, o cansaço não perdoa. Mas quem completa garante: compensa. Se você já passou por isso ou pretende correr 42 km, conheça a verdadeira revolução que se passa no corpo de um maratonista.

TEMPERATURA CORPORAL

O corpo usa 25% da energia gerada na corrida para contração muscular. A maioria — 75% — é transformada em calor e por isso nossa temperatura aumenta até 2ºC. Mas atingir os 39ºC é sinal de perigo: o atleta pode ter náusea, tontura e até desmaiar.

TAXA DE SUOR
Para normalizar a temperatura do corpo, as glândulas sudoríparas liberam suor: de pouco menos de 1 litro a até 2,5 litros. Nesse suor, perdemos água e sais minerais, como sódio e potássio. E a deficiência desses sais pode causar cãibras, fadiga e dor de cabeça.

PLASMA SANGUÍNEO
Pelo suor, também perdemos plasma (um líquido por onde as células do sangue viajam). Por isso, após a maratona, o volume de plasma diminui. Na prova, hidrate-se e evite que o sangue fique mais espesso e o coração trabalhe mais para bombeá-lo.

DEFESAS DO ORGANISMO
Durante a prova, como todo o corpo "se volta" para a corrida, a produção de glóbulos brancos, mecanismos de autodefesa do organismo, fica comprometida, ou seja, é reduzida. Por isso, o atleta fica mais suscetível a doenças como gripes e resfriados, por exemplo.

BEM-ESTAR
Em exercícios intensos, a hipófise (glândula no hipotálamo) produz o hormônio endorfina, que causa euforia e segue para o resto do corpo pelo sangue, diminuindo a sensibilidade a dores, inclusive musculares.

PRESSÃO SANGUÍNEA
Com a intensidade do exercício, o volume sanguíneo nos vasos aumenta e eles se dilatam. Após a prova, o volume diminui drasticamente, mas os vasos não se contraem com a mesma rapidez. E a pressão cai. Por isso, caminhe ou trote.

BALANÇO

O processo é mecânico: o impacto da corrida estimula os movimentos peristálticos (involuntários) que expulsam as fezes. Antes da maratona, evite alimentos ricos em fibras, como granola e Linhaça, e frutas como mamão e ameixa.

COMBUSTÍVEL
A fonte primária de energia para a corrida é o carboidrato, armazenado como glicogênio nos músculos e como glicose no sangue. Muita gente quebra no km 30 porque não tem essa reserva de energia. Tente consumir carboidrato a cada 30 minutos.

ÁCIDO LÁTICO
Quem vai além do seu limite também pode produzir acido lático em quantidade maior que a capacidade do corpo de remover essa substância. Resultado: ele é produzido nas fibras musculares e se espalha pelo sangue, o que pode reduzir o desempenho muscular e travar seus movimentos, especialmente nos últimos quilômetros da maratona.

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<![CDATA[IAAF escolhe sede do Mundial de 2017]]> Na próxima sexta-feira, dia 11 de novembro, a IAAF (Associação Internacional das Federações de Atletismo) deve anunciar o país-sede da edição de 2017 do Mundial de Atletismo da entidade.

As duas cidades concorrentes são Londres, na Inglaterra, e Doha, no Qatar. O maior evento de atletismo do mundo é realizado a cada dois anos e já tem sedes escolhidas para as edições de 2013 (Moscou, na Rússia) e 2015 (Pequim, na China).

Os responsáveis pela defesa da capital inglesa apostam no uso da pista de atletismo construída para os Jogos Olímpicos de 2012. A polêmica sobre o arrendamento do estádio após as Olimpíadas (com os times de futebol West Ham, Tottenham e Leyton Orient envolvidos) foi minimizada em uma carta enviada à IAAF pela UK Athletics, que garante a conservação do local.

Já o comitê da candidatura de Doha tenta diminuir os questionamentos relacionados ao forte calor do Golfo Pérsico – que também foi criticado quando o local foi escolhido para sediar a Copa do Mundo de Futebol de 2022.

A intenção é realizar o evento da IAAF em setembro (e não agosto) e transformar o estádio Khalifa em um dos mais tecnológicos do mundo, com a existência de um sistema de ventilação que deve manter atletas e espectadores confortáveis (estrutura que já está sendo considerada para o evento da FIFA). Outra alternativa apresentada pelo comitê é a realização da maratona à noite, logo após a cerimônia de abertura.

Acompanhe a escolha pelo site www.iaaf.org/

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<![CDATA[Chip descartável, tecnologia na hora da cronometragem]]>  O chip descartável chegou para ficar, é uma maneira simples de cronometragem e que permite ao atleta maior conforto na chegada das corridas, evitando aquelas câimbras comuns quando chegamos e precisamos parar bruscamente e por  um período considerável, para desamarrar o tênis e tirar o chip. Agora quando o atleta tiver qualquer imprevisto e não conseguir ir para a prova, não precisará preocupar-se com a devolução do chip ou com multas pela não devolução.
Veja como é fácil sua utilização:
Você irá receber um chip (TAG) diferente e um amarradilho. É uma nova tecnologia de cronometragem visando maior comodidade ao atleta.
Você não precisa devolver este chip, porém deverá observar o modo correto de utilizá-lo. Como qualquer outro chip, você deve seguir as orientações abaixo para ter seu tempo devidamente registrado:
1. Este chip tem um formato diferente e vem em uma fita plástica que deve ser usada em forma de circunferência.
2. Junte as duas pontas desta fita, unindo os furos e deixando a etiqueta com o número para fora.
3. Use o amarradilho, para prender esta fita no cadarço do tênis (pé direito).
4. O número deve ficar para cima. Primeiro passe o amarradilho pelo cadarço e depois prenda a TAG pelos furos usando este amarradilho.
5. Não passe a TAG pelo cadarço.
6. Por fim, torça o amarradilho deixando a TAG bem firme no peito do pé (direito).
7. NÃO DOBRE e NEM AMASSE a TAG, pois isso a danificará permanentemente e você ficará sem seu tempo.
8. Use somente no tênis - peito do pé direito.
9. A TAG, para funcionar, precisa ficar em forma de circunferência, uma única volta.

 


Atenção! NUNCA utilize  o chip assim:

 

 

 

  Qualquer dúvida procure a organização da prova.

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<![CDATA[Procorrer faz entrega da Campanha Tênis Solidário]]> A Procorrer, maior loja especializada em corrida do Brasil, fará a entrega, nessa quarta-feira(9), às 15h30, dos tênis arrecadados pela campanha “Tênis Solidário Procorrer”. O projeto beneficia centenas de pessoas carentes, além de incentivar a prática de atividades físicas. Por meio da campanha, as pessoas podem doar seus tênis antigos em postos de recolhimento localizados na loja Procorrer e nas principais academias de Curitiba.

A entrega será feita na Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis Parceiros do Meio Ambiente, ACAMPA, que foi fundada em dezembro de 2007 e hoje conta com uma média de 30 catadores autônomos por mês. As doações atenderão aproximadamente 35 catadores da associação.

Você ainda pode fazer sua doação na loja Procorrer e nos pontos de coleta transformar seu antigo parceiro em um novo companheiro para outros atletas.

Saiba mais sobre o projeto no site www.procorrer.com.br/tenissolidario

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